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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Whitsundays Islands (PARTE 2): Navegando Entre as Ilhas

Continuando a série de posts sobre as Whitsundays Islands (confira a Parte 1 AQUI), é hora de mostrar um pouco das belas imagens que capturamos enquanto navegávamos de uma ilha pra outra, além de aproveitar pra mostrar um pouco como funciona o esquema todo de transporte pra turistas entre as ilhas.

Todo o transporte entre uma ilha e outra, bem como os passeios (nós fizemos a Grande Barreira de Coral e Whitehaven Beach, mas as opções são inúmeras), são feitos pela companhia Cruise Whitsundays (site oficial AQUI). Por ser a única empresa que faz isso, os preços são meio salgados e os barcos estão sempre cheios. Por conta disso é importante reservar tudo com antecedência: o transporte do aeroporto ao resort, os passeios e o transporte de volta do resort ao aeroporto no último dia.

A chegada às Whitsundays Islands acontece em Hamilton Island, onde há um pequeno aeroporto. Por ser o ponto de chegada, a ilha é a mais urbanizada e comercial do arquipélago, e também a mais cara pra se hospedar. As outras opções pra se hospedar são Daydream Island, Hayman Island e Long Island (onde ficamos).

OK, chega de texto e vamos ao que interessa: fotos e vídeos...


O aeroporto de Hamilton Island

Saindo do aeroporto rumo a Long Island

A caminho de Long Island

Um dos barcos da Cruise Whitsundays

Panorâmica do topo do barco a caminho da Grande Barreira de Coral

Mais uma a caminho da Barreira

Essa é uma das minhas preferidas

Essa também... haha

A caminho de Whitehaven Beach

Uma das tantas pequeninas ilhas que cruzamos durante os trajetos

Finzinho de tarde no resort

No píer do resort

Voltando de Whitehaven Beach

Esse "caminho de coqueiros" é em Hamilton Island


E por enquanto é isso. Não perca o próximo post, com fotos e vídeos da nossa visita ao Hardy Reef, na Grande Barreira de Coral. Já separei as fotos e vídeos, tá muito bom. Até!!!


quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Whitsundays Islands (PARTE 1): Long Island Resort

No feriado que tivemos mês passado aproveitamos pra finalmente conhecer o destino que eu mais queria visitar desde que comecei a pesquisar sobre imigrar pra Austrália, no começo de 2009: as Whitsundays Islands, um grupo de 74 ilhas na região Nordeste do país, no estado de Queensland. De lá dá pra visitar a Grande Barreira de Coral (vai ter post logo) e também Whitehaven Beach (também vai ter post, claro).

O passeio teve um significado especial pra mim. Lembro de forma extremamente vívida daquela manhã no comecinho de 2009 (na época eu ainda estava nos primeiros passos do longo processo do visto de residência australiano) em que eu estava no trabalho, em Campinas, e me deparei com uma reportagem que listava as dez praias mais bonitas do mundo. Uma delas era uma tal de Whitehaven Beach, aqui na Austrália, e como na época a minha cabeça só pensava em Austrália 24 horas por dia, comecei a pesquisar mais e mais sobre a tal da praia. Fiquei impressionado com tudo o que li e prometi a mim mesmo que um dia eu a conheceria pessoalmente.

Os anos se passaram, meu visto saiu, imigrei pra cá, viajamos muito por aqui, mas eu nunca tirei da cabeça a promessa que tinha feito a mim mesmo. Até que, em Outubro, finalmente consegui pisar nas areais brancas de Whitehaven Beach, quase cinco anos depois daquela manhã em que vi a lista das top 10!

Mi "kaiakando" nas águas calmas da praia do resort
Histórias pessoais à parte, vamos ao que interessa: vou fazer uma série de posts mostrando um pouco das Whitsundays Islands, começando pelo resort onde ficamos e que recomendo fortemente, o Long Island Resort (site oficial AQUI). Isolado de tudo, o lugar é o único sinal de civilização na região, o que o torna completamente paradisíaco. Quartos na areia da praia, comida ótima, cerveja gelada, música ao vivo, piscinas, quadras, spa, mini golfe, salão de jogos, kaiak, jet ski... tudo o que qualquer pessoa possa querer de um lugar como esses.

Os preços são razoáveis, considerando que as Whitsundays Islands são uma região cara e considerada "chique" quando o assunto é turismo. Confesso que estávamos esperando gastar mais, mas no fim das contas o baque não foi tão grande.

A chegada foi no fim da tarde e logo de cara tivemos uma ótima surpresa: o caminho que levava do "mini-porto" ao resort era um elevado de madeira que ia pela borda do morro e tinha até carrinho dando carona pra quem quisesse, além das belas paisagens:




O resort visto pelo Google Maps

No dia seguinte, ao chegarmos do passeio à Grande Barreira de Coral (logo posto sobre o passeio), pudemos conferir melhor o elevado de madeira e as paisagens, já que ainda era dia:







Por dentro o resort é bem massa, super limpo e organizado, cheio de verde e com "cara de novo". Os atendentes deixam um pouco a desejar, mas tá valendo, não dá pra ser tudo perfeito - o tanto de coisas boas acaba compensando e a gente nem esquenta a cabeça:








A praia é super tranquila e paradisíaca e o resort oferece kaiak, jet ski e stand-up paddle, mas só o kaiak é de graça. Apesar da vontade de dar um rolê de jet ski, o preço era ignorante e por fim optamos pelo kaiak mesmo porque era na faixa:







Uma coisa muito massa do resort é que dá pra optar pelos quartos que ficam de frente pra praia. A diferença de preço compensa, vale muito a pena, as fotos não me deixam mentir:





Por fim, um vídeo mostrando um pouco de tudo o que falei acima:


NO PRÓXIMO POST: Dicas importantes pra quem tá pensando em conhecer as Whitsundays Islands e algumas fotos e vídeos dos "caminhos" entre uma ilha e outra (e no post seguinte já vai ser a vez da Grande Barreira de Coral, não perca!)


sábado, 19 de outubro de 2013

O australiano e seu assustador vício em apostas

Não precisa morar aqui por muito tempo pra perceber que australiano adora apostas. As estatísticas são, de certo modo, assustadoras: 80% dos adultos australianos participam de algum tipo de aposta - é a maior taxa do mundo - e no país todo são apostados, por ano, cerca de 19 BILHÕES DE DÓLARES, dos quais DOZE são em caça-níqueis.

Histórias trágicas, como a da mãe de três filhos que tinha duas casas e um negócio próprio, perdeu tudo nos caça-níqueis, roubou 50 mil dólares pra continuar jogando e acabou pegando quatro anos de prisão, ou a do engenheiro de software que apostava escondido da esposa e perdeu um total de 100 mil dólares no decorrer de três anos de vício, até que a mulher descobriu e o abandonou, são, tristemente, bastante comuns por aqui. É uma questão cultural que se transformou em um problema social. Reza a lenda que os ingleses que colonizaram a Austrália vieram o caminho todo jogando e apostando em seus barcos. Não sei até que ponto é verdade, mas faz muito sentido.

Sala de caça-níqueis de um pub
Os caça-níqueis são o modo preferido de apostar dos ozzies, mas estão longe de ser o único. Qualquer evento esportivo (qualquer mesmo, de F1 a rugby, passando por críquete, futebol, atletismo e, principalmente, corrida de cavalos) é oportunidade pra apostar, e não fica só no mundo dos esportes. Final de reality show? Tem aposta rolando. Eleição nos EUA? Bora lá apostar. Mudança na taxa de juros agendada pra segunda-feira? Domingo é dia de tentar adivinhar qual vai ser a nova taxa pra, quem sabe, ganhar uns trocos com a aposta.

Monitor de Keno
A esmagadora maioria dos pubs daqui têm, no mínimo, uma sala cheia de caça-níqueis. Esse é o nível "básico" - é raro encontrar um pub que não tenha a tal salinha. Outra coisa que rola muito é o Keno (site oficial AQUI), um jogo nacional em que você faz a aposta no bar e fica acompanhando em um monitor, normalmente pendurado na parede, os números sorteados nas próximas rodadas, que ocorrem a cada três minutos.

Partindo pros níveis mais "avançados", vários pubs são verdadeiros salões de jogos/apostas, com telões e monitores espalhados por todo canto, alguns transmitindo eventos ao vivo e outros mostrando estatísticas. Separei algumas fotos que tirei em um desses pubs pra postar por aqui (repare que eu disse UM desses pubs - todas as fotos abaixo são do MESMO PUB, o que mostra o quão grande é a área de apostas do estabelecimento):








Como eu disse no título do post, chega a ser assustador. Quem gosta é o governo: cerca de 12% do dinheiro arrecadado pelos dois principais estados do país, NSW e VIC, onde ficam, respectivamente, Sydney e Melbourne, vem dos impostos sobre apostas.

Eu passo. O máximo que faço é dar uma brincadinha nas roletas do Star Sydney Casino de vez em quando (veja o post sobre o casino AQUI) e tá de bom tamanho. Não quero fazer parte das tristes estatísticas.


quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Praias: Mollymook, uma ótima ideia pra quem quer fugir de Sydney por uns dias

A South Coast, que é a região litorânea que se estende por centenas de quilômetros ao Sul de Sydney, tem muito lugar bonito: Jervis Bay, onde tem a areia mais branca do mundo (posts AQUI), Pebbly Beach, com suas dezenas de cangurus ao ar livre (posts AQUI) e um que descobrimos em Outubro passado (exatamente um ano atrás) mas que só agora veio parar no blog: Mollymook.

A distância de Sydney até lá é de cerca de 220km, mas no fim das contas a gente nem vê passar, já que a estrada é muito massa e em vários trechos vai contornando a costa, o que proporciona belas vistas. A cidade é bem pacata e tranquila, o que a torna uma candidata de peso quando a ideia é fugir da agitação de Sydney.

A região tem se tornado cada vez mais popular quando o assunto é turismo, mas felizmente os preços de acomodação não subiram tanto e dá pra achar coisa top por preços muito bons. O lugar tem praias belíssimas, muita natureza e um clima reinante de tranquilidade que relaxa qualquer um. Precisa mais?

Como já é de praxe, separei algumas fotos e vídeos de diferentes
praias da região, vale a pena dar aquela espiada:








Pra conferir os outros posts sobre praias, clique AQUI, tem muita coisa boa! :)